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Volta às aulas presenciais: quais os protocolos e cuidados a adotar na sua escola

A tão sonhada volta às aulas presenciais no Brasil está mais perto do que nunca. Com índices ainda preocupantes, mas em queda no país, várias cidades começam a definir calendários de retorno às atividades nas escolas. Mas, quais os cuidados necessários adotar para a volta às aulas presenciais de forma segura?

No dia 21 de julho de 2021, o Ministério da Educação recomendou que estados e municípios retornem às aulas presenciais, por meio do pronunciamento do ministro da educação, Milton Ribeiro, que declarou:

“O Brasil não pode continuar com as escolas fechadas, gerando impacto negativo nesta e nas futuras gerações. Não devemos privar nossos filhos do aprendizado necessário para a formação acadêmica e profissional deles”, ressaltou. 

Diante disso, a EducareBox selecionou algumas dicas importantes para ajudar pais, alunos, professores e funcionários a retornarem para a escola minimizando os riscos de contágio. Confira neste post o que fazer e saiba como se prevenir.

Volta às aulas presenciais é mesmo necessário?

Essa é uma discussão com bons argumentos tanto para quem defende o retorno quanto para quem preferiria adiá-lo. Porém, com o avanço da vacina no país, ainda que lentamente, os efeitos positivos já são sentidos na contenção de uma temida terceira onda. Com isso, a expectativa de retorno às aulas presenciais é cada dia maior. 

E após cerca de 1 ano e meio de afastamento do ambiente escolar, o importante é não ter pressa e nem se descuidar das ações de prevenção contra a Covid-19, ainda muito necessárias.

Protocolo para volta às aulas presenciais

Cada estado do Brasil deve atuar com autonomia em relação às regras sanitárias que as escolas deverão adotar.

Várias cidades estão elaborando protocolos de cuidados para a volta às aulas presenciais de forma segura. É importante verificar na prefeitura da sua cidade e nas secretarias de educação quais as diretrizes a adotar. 

Porém, o Ministério da Educação (MEC), não pode determinar o retorno às aulas presenciais, portanto o que existe é uma recomendação para esse retorno. 

Para ajudar as escolas foi elaborado um Guia de Implementação de Protocolos de Retorno das Atividades Presenciais nas Escolas de Educação Básica, como forma de reduzir riscos de contaminação pela Covid-19 e suas variantes.

Turma da Mônica e UNICEF na volta às aulas presenciais

Outro importante aliado para o retorno seguro à escola vem do mundo dos quadrinhos. A Turma da Mônica, da Mauricio de Sousa Produções, juntamente com o Fundo das Nações Unidas para a Infância, o UNICEF, também lançaram um guia.

Desenvolvido pela equipe técnica do UNICEF, das áreas de Saúde, Educação e Água, Saneamento e Higiene (Wash, na sigla em inglês), além de informações e orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), Ministério da Saúde e Secretarias de Saúde estaduais e municipais, o Guia será de grande ajuda para pais e professores.

 A intenção do material é usar a popularidade dos queridos personagens do bairro do Limoeiro para que pais e responsáveis possam ensinar os protocolos essenciais de proteção para os alunos, na sala de aula, nas áreas de convivência e até no transporte.

Neste link você consegue acessar o guia. 

Medidas para uma volta às aulas presenciais mais seguras

Já abordamos o tema do ensino em tempos de pandemia em um post anterior, porém, com a iminência do retorno para as escolas, selecionamos algumas dicas importantes aqui.

Vale destacar que elas são apenas sugestões que podem ou não ser adotadas por sua escola. O que vale a pena na verdade é avaliar as possibilidades e implementar as que fazem sentido com o máximo cuidado para que sejam realmente efetivas.

Aulas híbridas

Uma boa sugestão a adotar com alunos que possam fazer parte de um grupo de risco (ou ter familiares nessa condição, é adotar o ensino híbrido. Isso significa um misto entre presencial e online, avaliando caso a caso. Pode ser uma forma de minimizar riscos maiores.

Distanciamento ainda é importante

Nada de salas de aula lotadas, o ideal é que haja distanciamento entre os alunos. Por mais que crianças e adolescentes acabem sempre se aglomerando, conscientizá-los a se cuidar será muito importante. Se a sala for pequena, a única solução é mesmo ter turmas reduzidas, com parte dos alunos vendo as aulas de casa, pela internet.

Marcações no chão para distanciamento


Ao longo desse período de pandemia acabamos nos acostumando a ver marcações em locais como supermercados e padarias. Essas marcações determinando a posição de cada um em uma fila, por exemplo, é muito útil para reduzir contato e chances de contágio.

Altere os horários de algumas atividades na escola

Para evitar as aglomerações na escola alguns ajustes nos horários podem fazer a diferença. O ideal é que nem todos façam as refeições ao mesmo tempo. A entrada e a saída também pode ter um controle diferenciado, assim como os intervalos. 

Aulas em espaços abertos

Sua escola possibilita aulas em espaços abertos, que sejam seguros e confortáveis para os alunos? Talvez possa ser avaliada a possibilidade de adotar esses espaços para o ensino, aumentando assim a segurança de todos.
 

Não use o ar condicionado

O ideal nesse retorno às aulas é manter as janelas abertas para que o ar possa circular nas salas. O uso de ventiladores pode ser necessário e ajudará a reduzir o calor dos alunos.

Higienização

Não é hora de poupar em higienização. As salas de aula, as maçanetas de portas, as torneiras, pias, sanitários, enfim, devem ser constantemente higienizados. Isso é um cuidado fundamental e permanente a ser adotado no dia a dia dos alunos. 

Medidas consagradas precisam continuar também na escola

Aprendemos que o uso de máscara, o uso de álcool gel e o distanciamento social são formas eficientes de prevenção à Covid-19. É essencial manter esses cuidados na escola, entre alunos, professores e funcionários. Estimule essas práticas entre todos.

Volta às aulas presenciais: o que fazer diante de casos suspeitos?

Por mais que os cuidados adotados pela escola sejam grandes e bem executados, o risco de contágio, dentro ou fora de seus muros, continua existindo. 

Os sintomas mais comuns e que devem aumentar os sinais de alerta são: tosse seca, dor de garganta e febre, mas existem vários outros.

Em caso de suspeita de contágio por parte de um aluno, o ideal será:

– Isolar imediatamente o aluno dos demais colegas
– Avisar aos responsáveis para que venham buscá-lo e façam o exame
– Orientar para que o aluno fique em isolamento por ao menos 14 dias
– Orientar o aluno para que assista às aulas online

No caso de professores e funcionários o isolamento e o exame, acompanhando os sintomas, também é fundamental. O professor poderá, se em condições, ministrar a aula remotamente, como muitos já vêm fazendo ao longo da pandemia.

Orientação a todos na escola

De nada adianta adotar uma série de cuidados, criar os protocolos, investir em segurança e higienização, se tudo isso não for bem alinhado com quem precisa: professores, pais e funcionários.

Vale, por exemplo, realizar palestras para os pais e também uma palestra para quem compõe o dia a dia da escola, professores e funcionários, explicando tudo, passo a passo.

Só um alinhamento muito bem-feito e a exigência de que o protocolo seja cumprido, poderá garantir a segurança dos alunos e de todos os envolvidos. 

Conclusão

As aulas presenciais estão cada vez mais perto de uma retomada total.

Seguir protocolos das autoridades competentes e definir as ações por parte da escola são medidas urgentes e que precisam de atenção.

A escola precisa conscientizar a comunidade escolar da importância de seguir os protocolos.

Casos suspeitos de contaminação precisam de ações rápidas e bem organizadas da escola para proteger a todos e minimizar qualquer perigo.

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